INTRODUÇÃO
Talvez hoje,
mais de um século passado sobre a obra de Rodin, seja necessário pensar um
pouco mais na inutilidade da dimensão física e na escravidão do raciocínio e
prisioneiro dos dogmas religiosos Talvez o convite deste pensador seja o retorno
ao universo imenso e encantador da alma; onde a poesia e a arte preenchem a
espírito; onde o sentido da vida se resume ao verdadeiro sentir, ao mundo
encantado, mas profundamente humano das emoções e dos sentimentos; ao universo
infinito onde se encontra a alegria, o amor e a felicidade.
A utopia
que o professor deve ser um sujeito de transformação para criar uma
realidade melhor para o aluno e que ele seja crítico será que isso
interessa para os agentes sociais, família, Estado? Para alguns sim, outros
não é sempre assim.
Mas
independente do que pensam quem hoje pensa em ser um professor no Brasil vou
dar vários motivos para não ser.
Hoje a escola
no Brasil é uma luta onde você sempre estará na mira de
todos, é um espelho e o que mais se quebra.
Não agüento
mais este tipo de educação, tenho acompanhado as mudanças no Brasil desde
sua urbanização que se concretizou em 1980 e atuei nestas mudanças.
O tempo passa rápido, daqui a pouco se forma mais uma utopia, foi
tantas...
Bom sobre a
moral de aprender e o papel do cada um dos agentes sociais,
inclusive do professor.
Todas as
pessoas precisam ser educadas para a convivência. O processo de aprendizagem
supõe descentramento, um sair de si mesmo, tanto do ponto de vista da
inteligência com da afetividade ou da moral. a descoberta do outro como um
"outro eu" é fundamental para superego o egocentrismo.
Observe o
trecho de um artigo de Lya Luft, “ Mas vamos à educação nas escolas, o que
é educar”? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor
eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo
onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem
complicado e de todas as teorias... confusa e projeto inútil que se nos
apresenta, não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste
reino de utopias, desde que, muito mais e acima disso saibamos ensinar aos
alunos o mais elementar, que independe de computadores, nasce dos
professores, seus métodos, sua autoridade seu entusiasmo e seus projetos
claros. Ainda é a pergunta ou sua resposta que ela quer, é sempre assim no
Brasil, sempre tem um teórico de Plantão.
Bases para
a minha Teoria Lawrence Kohlberg e de Richard Dawkins e Gilles Deleuze
Kohlberg
foi professor na Universidade de Chicago, bem como na Universidade Harvard. Especializou-se na
investigação sobre educação e argumentação moral, sendo mais conhecido pela sua
teoria dos níveis de desenvolvimento moral. Muito influenciado pela teoria do
desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget,
o trabalho de Kohlberg refletiu e desenvolveu as ideias de seu predecessor, ao
mesmo tempo criando um novo campo na psicologia: "desenvolvimento
moral".
Ainda em 1971, contraiu um
parasita tropical em Belize enquanto fazia um trabalho transcultural. Como resultado
disso, ele lutou contra a dor física e a depressão pelo resto de sua vida.
Em 19 de janeiro de 1987ele pediu um dia de
alta do hospital de Massachusetts onde fazia tratamento, dirigiu até
o Harbor de Boston, estacionou
seu carro em uma rua sem saída, e mergulhou no mar. Tendo aparentemente
cometido suicídio, faleceu aos 59 anos de idade.
Em um estudo
empírico realizado por Haggbloom et al. Utilizando seis critérios,
tais como citações e reconhecimento, Kohlberg foi considerado o trigésimo
psicólogo mais famoso do século XX.
Dentre os seus
principais sucessores, estão James Rest e Elliot Turiel, que deram
prosseguimentos às pesquisas de Kohlberg com contribuições relevantes.
Teoria do
Desenvolvimento Moral
A teoria do
desenvolvimento moral é a mais conhecida de Kohlberg. Sua teoria, assim como a
de Piaget, é universalista. Não afirma a universalidade das normas, mas a das
estruturas que permitem a aplicação das normas em contextos precisos e
proporcionam critérios para o juízo moral. Acredita que através de um processo
maturacional e interativo, todos os seres humanos têm a capacidade de chegar à
plena competência moral, medida pelo paradigma da moralidade autônoma, ou, como
prefere Kohlberg, pela da moralidade pós-convencional.
Os seis
estágios de Kohlberg podem ser generalizadamente, agrupados em três níveis de
dois estágios cada: pré-convencional, convencional, e pós-convencional.
Seguindo as
exigências construcionistas de Piaget de um
modelo de estágios, como exposto em sua teoria do desenvolvimento cognitivo, é
extremamente raro regredir em estágios – perder o uso de capacidades de
estágios mais altos. Não se podem pular estágios, cada um fornece uma nova e
necessária perspectiva, mais abrangente e diferenciada de seus predecessores, mas
integradas com eles. Os estágios não avançam em "bloco", podendo
a pessoa estar em determinado estágio em uma área, e em outro estágio em outra
área. Sua teoria é dinâmica, e não apenas estática. Potencialmente, todo
indivíduo é capaz de transcender os valores da cultura em que foi socializado,
ele não apenas os incorpora passivamente. Com isso, a própria cultura pode ser
modificada.
Podemos
esquematizar a teoria de Kohlberg da seguinte maneira:
Nível 1
(Pré-Convencional)
1. Orientação
"punição obediência"
(Como eu posso
evitar a punição?).
2. Orientação
auto-interesse (ou "hedonismo instrumental")
(O que eu
ganho com isso?).
Nível 2
(Convencional)
3. Acordo
interpessoal e conformidade
(Normas
sociais)
(Orientação
"bom moço"/"boa moça")
4. Orientação
"manutenção da ordem social e da autoridade"
(Moralidade
"Lei e Ordem")
Nível 3
(Pós-Convencional)
5. Orientação
"Contrato Social"
6. Princípios
éticos universais
(Consciência
principiada)
Nível
pré-convencional
O nível
pré-convencional de argumentação moral é particularmente comum em crianças,
embora adulto também possam exibir esse nível de argumentação. Nesse nível, o
juízo da moralidade da ação é feito com base em suas conseqüências diretas. O
nível pré-convencional consiste apenas do primeiro e segundo estágios de
desenvolvimento moral, e está preocupado apenas com o próprio ser de uma
maneira egocêntrica. Alguém com uma moral pré-convencional ainda não adotaram
ou internalizou as convenções da sociedade sobre o que é certo ou errado, mas,
em vez disso, foca-se grandemente em conseqüências externas que certas ações
possam ter.
O estágio
1 é o do castigo e obediência. Nesse estágio, a moralidade para a criança
consiste em observar literalmente as regras, obedecer à autoridade e evitar o
castigo. Por exemplo, uma ação é vista como errada apenas porque aquele que a
cometeu foi punido. "Da última vez que fiz tal coisa, apanhei, então não
farei de novo". Quanto pior a punição, pior é visto o ato. O ponto de
vista é egocêntrico, o ator não distingue entre seus interesses e os dos
outros, que o ponto de vista dos outros pode ser diferente do seu. Há uma
deferência para aqueles vistos como de maior poder ou prestígio.
O estágio
2 é aquele em que a pessoa é movida apenas pelos próprios interesses. O
comportamento moral consiste em seguir regras quando forem do interesse
imediato do ator, e em reconhecer que os outros também têm seus próprios
interesses, o que pode justificar uma troca entre atores, integrando interesses
recíprocos, mas apenas até o ponto em que isso serve aos interesses do próprio
ator. O ponto de vista inclui, portanto, o de outros indivíduos, numa base
instrumental, ocorrendo certa descentração, embora mínima. O respeito pelos
outros não está baseado em lealdade ou respeito mútuo, mas no sentido de
"uma mão lava a outra". A falta de perspectiva do estágio 2 também
não pode ser confundida com o estágio 5, pois aqui todas as ações têm o
propósito de servir os próprios interesses ou necessidades do próprio
indivíduo.
Nível
convencional
O nível
convencional de argumentação moral é típico de adolescentes e adultos. Aqueles
que argumentam de uma maneira convencional julgam a moralidade das ações
comparando-as com as visões do mundo e expectativas da sociedade. A moralidade
convencional é caracterizada por uma aceitação das convenções sociais a
respeito do certo e do errado. Nesse nível um indivíduo obedece a regras e
segue as normas da sociedade mesmo quando não há conseqüências pela obediência
ou desobediência. Aderência a regras e convenções é de algum modo rígida,
entretanto, a adequação da aplicação de uma regra ou a justiça dela é por vezes
(poucas) questionada.
O estágio
3 é o das expectativas interpessoais mútuas, e do conformismo, em que o
ser entra na sociedade preenchendo papéis sociais (identidade dos papéis). O
correto é atender às expectativas das pessoas de referência, ser um "bom
moço", no papel de filho, irmão ou amigo, tendo sido ensinado que há um
valor inerente a tal comportamento. O ponto de vista inclui as perspectivas dos
outros e sentimentos compartilhados, que têm precedência sobre os interesses
individuais. A argumentação do estágio 3 pode julgar a moralidade de uma ação
valorando as suas conseqüências em termos dos relacionamentos de uma pessoa, a
qual agora começa a incluir coisas como respeito, gratidão, e a "regra
de ouro". Desejo de manter as regras e autoridade existe apenas para
manter esses papéis sociais. As intenções das ações desempenham um papel mais
significante na argumentação neste estágio; "eles têm boas
intenções…".
O estágio
4 é aquele em que a pessoa se move com base na obediência a autoridade e
ordem social. O correto é cumprir seu dever na sociedade, preservar a ordem
social, e manter o bem-estar da sociedade ou do grupo. O ponto de vista é o do
sistema ou do grupo social como um todo, e considera os interesses individuais
dentre desse quadro de referência mais amplo. O argumentação moral no estágio
quatro está além da necessidade de aprovação individual exibida no estágio
três; a sociedade deve aprender a transcender necessidades individuais. Um
ideal (ou ideais) central frequentemente prescreve o que é certo ou errado,
como no caso do fundacionalismo. Se uma pessoa viola uma lei, talvez
todo mundo possa – portanto, há uma obrigação e um dever em manter leis e
regras. A maioria dos membros ativos da sociedade permanece no estágio quatro,
onde a moralidade é predominantemente ditada por uma força externa.
Nível
pós-convencional
O nível
pós-convencional, também conhecido como "nível principiado", consiste
dos estágios cinco e seis do desenvolvimento moral. Há uma crescente percepção
de que os indivíduos são entes separados da sociedade, e de que a perspectiva
do próprio indivíduo pode tomar precedência sobre a visão da sociedade; eles
podem desobedecer a regras inconsistentes com princípios universais que possam
ser justificados. Essas pessoas vivem de acordo com seus próprios princípios
abstratos sobre o certo e o errado – princípios que tipicamente incluem direitos
humanos básicos. Devido ao fato desse nível colocar a "natureza
do ser antes dos outros", o comportamento de indivíduos pós-convencionais,
especialmente daqueles no estágio seis, podem ser confundido com o daqueles no
nível pré-convencional. As pessoas que exibem uma moralidade pós-convencional
vêem as regras como necessárias e como mecanismos mutáveis – idealmente, as
regras podem ajudar a manter a ordem social geral e a proteger os direitos
humanos. As regras não são ditos absolutos que devem ser obedecidos sem
questionamentos, podendo ser desobedecidas ou modificadas com base em
justificativas universais.
O estágio
5 é o dos direitos pré-existentes e do contrato social ou utilidade. A
visão de mundo de quem está neste estágio é a de que no mundo existem pessoas
de diferentes opiniões, direitos, e valores. O correto é apoiar os direitos,
valores e contratos jurídicos de uma sociedade, mesmo quando estão em conflito
com as normas concretas do grupo. As leis são consideradas como contratos
sociais em vez de um mandamento rígido. Aquelas que não promovem o bem-estar
geral devem ser modificadas quando necessário para adequar-se ao "bem
máximo para o maior número de pessoas". Isso é atingido através da decisão
da maioria, e do comprometimento inevitável. Muitos dos atos de um
governo democrático são baseados no estágio cinco.
O estágio
6 é o dos princípios universais éticos. As leis e acordos sociais só são
válidos na medida em que derivam de tais princípios. Assim, quando a lei viola
esses princípios, é preciso agir de acordo com eles. Os princípios em questão
são os da igualdade dos seres humanos e o respeito por sua dignidade como
indivíduos, considerados como fins e não enquanto meios como na filosofia
de Immanuel Kant.
Existe uma
capacidade de se imaginar no lugar do outro. O ponto de vista é universalista,
transcendendo grupos e sociedades particulares, e se baseia numa ética válida
para todos, da qual derivam arranjos e instituições concretas. Os direitos
escritos formalmente não são necessários, pois os contratos sociais não são
essenciais para a ação moral deôntica.
O indivíduo age porque é o correto a ser feito, não porque tal ação é
instrumental, esperada, legal, ou foi previamente acordada. Para Kohlberg,
raras pessoas atingem este estágio.
Contribuições
de outros autores
Além das
contribuições relevantes de James Rest e Elliot Turiel, a pesquisa de Kohlberg
ganhou também uma continuidade importante em Jürgen
Habermas.
Habermas
formulou um sétimo estágio de desenvolvimento no artigo "Desenvolvimento
da Moral e Identidade do Eu", publicado no livro "Para a Reconstrução
do Materialismo Histórico" (título original em alemão:
"Zur Rekonstruktion des Historischen Materialismus"). Para Habermas,
é somente em nível de uma ética universal da linguagem que se tornam objeto do
discurso prático também a interpretação dos careci mentos, ou seja, o que cada
indivíduo crê que deva ser entendido e afirmado como seus
"verdadeiros" interesses. 1
No entanto, o
desenvolvimento de 3 níveis mentais - inteligência, afetividade e moralidade,
não é automático, porque exige a intermediação de agentes culturais - pais,
professores, adultos em geral.
E no mundo
competitivo é influenciado por todos, ao professor cabe uma
parte, ele não é o salvador da pátria e nem do indivíduo.
É o
conjunto dos agentes culturais, ou seja, do ponto de vista moral, a educação
começa na heteronímia, em que as regras morais são introjetadas sem críticas,
até que a pessoa possa alcançar a autonomia, típica da maturidade, ou
seja, que é capaz de decidir por si mesmo e mesmo com um melhor professor
só depende dele pode até ter um monte de técnicas e equipamentos se a
moral do aluno.
Não quer
autonomia e reação contra a resolução de problemas e não há como ele
competir neste mundo competitivo e desigual.
Como disse
acima os agentes culturais, no caso as escolas hoje com suas teorias sempre
estiveram presas a uma diretriz estabelecida pelo Estado, o grande impasse
entre a heteronímia e autonomia ocorre na adolescência, período das
contradições em que, abandonando as características infantis, o indivíduo ainda
não assumiu as obrigações e as responsabilidades da vida adulta. E nisto o
professor tem um pequena parcela na sua formação.
Brasil ele é
desvalorizado pelos agentes culturais, pais adultos em geral, pode aplicar
qualquer teoria de Piaget, Kohlberg, ou seja, hoje, o professor só resta
diminuir o egocentrismo, porque os pais e o Estado em sua maioria não estão
maduros moralmente do que é educação de verdade e ao invés de auxiliarem as
crianças nesse processo com seus dogmas não aceitam as teorias do professores,
porque a maioria deles segundo Kohlberg os professores ao auxiliar na tarefa de
ensinar e ao aplicar seus projetos encontra os pais ainda no nível
convencional, "escola só é boa se o filho dele vai bem e tirando notas
ótimas, e, se não for é por culpa do professor, da escola" tipicamente
infantil, no Estado é um toma lá e da cá e os professores no temor de não
errarem estão entre a cruz e espada.
“ ““Só faço
que a quem me faça bem e o mal a quem me faz mal, assim permanece no
estagio dois, de trocas e acordos de Kohlberg, uma vida de liberdade
fica ela é uma boa professora ou uma boa menina”.
Segundo o qual
devemos ser bons porque gostaria os que o outro agisse do mesmo modo se
estivesse no nosso lugar é o reconhecimento do outro com regras,
papéis e leis que garantem seu funcionamento, tendo em vista o bem-estar da
sociedade ou de grupos e um Estado que centraliza tudo.
Passa o aluno
sem esforço, na dita Progressão Continuada ou falso construtivismo do Mínimo
Esforço.
O professor
pode fazer tudo que lhe compete com computadores e todos os recursos
tecnológicos com a maiores das boas intenções.
O papel para
desenvolver a personalidade segundo Kohlberg é o nível
pós-convecional o professor deve tentar e perceber os conflitos entre as
regras e o sistema no contrato social que apela pela obediência às regras
e às leis. Mas há uma enorme variedade de valores e opiniões e que, muitas
vezes, existem conflitos inconciliáveis entre o legal e o moral (tem um ditado
hoje que o professor finge que ensina e aluno fingem que aprende).
Exemplo: se um
professor é ateu e falar que ele é, uma boa maioria de "crentes" nem
mais sentira empatia em suas aulas porque vai ao contrário das normas do
pensamento coletivo dos mesmos.
Mas no
sexto estágio de kohlberg o comportamento moral regula-se por PRINCÍPIOS.
Os valores
independem dos grupos ou das pessoas que sustentam, porque princípios racionais
e universais de justiça: igualdade dos direitos humanos, respeito à dignidade
das pessoas, e conhecimento de que elas são os fins em si e precisam ser
tratadas como tal. Não se trata de recusar leis ou contratos, mas de reconhecer
que eles são válidos PORQUE se apóiam em princípios.
E o povo
brasileiro está, em sua maioria, ainda estão na fase da criança ou no
nível convencional ou ainda no nível pré-condicional, a criança
obedece para evitar castigo dadas pela autoridade ou para merecer recompensa, é
um ponto de vista egocêntrico e o Estado com suas elites tentam com suas
diretrizes utópicas facilitar esta hoje a não punição da reprova.
Eles garantem
o funcionamento dos princípios da desigualdade do capitalismo ineficiente, não
estou falando de educação socialista, esta é mais uma utopia onde o
professor como dizem tenta salvador, estou falando do capitalismo ineficiente
que se baseia de que pelo menos um seja dentro dos seus projetos o diferente
o melhor para dirigir os explorados e como estamos no regime dos
desiguais.
Ao professar,
mas nem todos, ainda são o que tem os princípios dos direitos humanos.
Ele, aquele
que quer mudanças e não é a maioria, se elevam de suas Verdades utópicas e
tentam dar uma direção a uma sociedade mais justa e é neste campo que o
professor deve atuar se elevam acima de suas utopias de seus
preconceitos quebrando as regras do nível pré-convecional e convencional.
NO
PRÉ-CONVECIONAL a criança adentra lentamente o mundo das normas. No segundo ele
reconhece o valor do outro na identificação com pessoas, ele se espelha no
outro, se casa dele é uma bagunça e seus pais e se sociedade e uma bagunça
possivelmente eles serão daí entra o papel do professor, mas ele não é o
salvador da pátria, ele tenta elevar ao nível pós-convecional numa
"desobediência civil" em direção a uma sociedade mais justa só
consegue na atualidade só com alguns.
Porque as
maiorias das pessoas estão no pré-convecional manipulada pela utopias que falam
e falam
Que hoje
poucos querem ser professores e muitos desistem de ser. É duro hoje ser
professor no Brasil.
A pergunta que
tento responder nesta teoria que estou passando é quer realmente o aluno
fazer advocacia, engenheiro, cientista ou se ele quer ser padeiro,
jogador, técnico em refrigeração,
Comerciante e
outros que nada têm com haver com a formação seriada e prisional (panótica)
e muitos professores estão jogando a toalha é a classe que mais sofre
stress, imaginam o professor cuidar de 400 alunos todos
diferentes e pais que estão ainda na pré-convenção.
Penso logo
existo de Rani Descartes, será que a mulher não quer ser apenas dona
de casa e o rapaz só quer ser simplesmente um mecânico e está sendo
ou pode ser um joguete de afetos e paixões tristes.
E a pessoa
passar a ser seu dono, como os agentes sociais querem?
Segundo
Espinosa "as boas paixões permitem o desenvolvimento humano facilitam
o encontro das pessoas e proporcionam a alegria, hoje o que se vê e viu
no Brasil não proporcionam alegria, onde há vários
instintos e paixões negativa as e positivas para Freud "o
mal-estar da civilização está nas forças agressivas e egoístas a ponto de
ser autodestruitiva e comprometer a felicidade"
Jovem de 15
anos é aprovado e vai cursar Medicina no Ceará
Um fato
inusitado no interior do Ceará. Um jovem de 15 anos, que fez o Exame Nacional
do Ensino Médio 2012, foi aprovado para o curso mais concorrido da Universidade
Federal do Ceará (UFC): o de medicina. Nesta semana, Tiago Saraiva recebeu a
aprovação do Conselho de Educação do Ceará e vai poder fazer o curso, pulando
os segundo e o terceiro anos do ensino médio.
A inscrição
para o Enem foi apenas para ganhar experiência, como ele mesmo conta. Mas
acertar 153 das 180 questões e os 900 dos mil pontos na redação o colocaram em
vantagem. E aí o próximo passo era arriscar o Sistema de Seleção Unificado
(Sisu). O curso desejado: Medicina na UFC, no campus da cidade de Sobral, a 250
km de Fortaleza.
Para entrar,
ele disputou com mais de 4 mil concorrentes as 70 vagas do curso. No resultado,
ficou em 54º. Para conseguir a posição, Tiago conta que sempre teve os estudos
em primeiro lugar, desde que se decidiu por medicina. Para ele, o tempo ajudou
a criar o hábito e o prazer pelos estudos.
PERMISSÃO - Para
que Tiago pudesse fazer o curso de medicina, estando ainda no primeiro ano do
ensino médio, era preciso que o Conselho de Educação do Ceará desse o aval.
Para isso, Tiago passou por mais uma prova: em dois dias, ele fez dois exames
que traziam questões que uniam as matérias dos três anos do ensino médio.
A prova foi
desenvolvida pelo colégio onde Tiago estudava. As respostas foram analisadas
por uma equipe de pedagogos e professores da instituição, que submeteram o
resultado ao Conselho, que o aprovou. Agora é esperar pela confirmação da
matrícula de Tiago pela Universidade para saber quando ele começa as aulas do
novo curso.
O ERROS DO
AGENTES SOCIAIS
A educação
brasileira foi copiada e adaptadas dos utópicos clássicos fez com que o aluno
durante a vida inteira tenha ideias, principalmente das escolas públicas,
porque eles não são preparados para ser um aluno perceptos.
Aluno
Perceptos é definido pela psicologia como aqueles que conseguem nos processos
de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção. Que é o
conjunto dos processos mentais usados no pensamento e na percepção, também na
classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do
raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
De uma maneira mais simples, podemos dizer que cognição é a forma como o
cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através
dos cinco sentidos.
Mas o
conhecimento lhe traria uma melhor adaptação ao meio - é também um mecanismo de
conversão do que é captado para o nosso modo de ser interno, e, portanto,
melhorando a consciência coletiva. Ela é um processo pelo qual o ser humano
interage com os seus semelhantes e com o meio em que vive sem perder a sua
identidade existencial.
Ela começa com
a captação dos sentidos e logo em seguida ocorre à percepção. É, portanto, um
processo de conhecimento, que tem como material a informação do meio em que
vivemos e o que já está registrado na nossa memória.
Os processos
mentais que estão por detrás do comportamento. É uma das disciplinas da ciência
cognitiva e uma delas é neurolinguística versos domínios, examinando questões
sobre a memória, atenção, percepção, representação de conhecimento, raciocínio,
criatividade e resolução de problemas.
No século XX,
a psicologia cognitiva recebeu um grande impulso através de estudos sobre
inteligência artificial, que permite relacionar e comparar, em certa medida, o
processamento humano e animal da informação com processos eletrônicos, como o
computador.
Hoje,
perceptos necessitam de liberdade de comportamento e um click para ele desbrava
um novo mundo e é assim que proporei a Teoria Cognitiva Determinista que deu
levo - a Memética.
O pensamento
cognitivo se passa neurolinguisticamente pela formação da personalidade
exemplo: ódio, rancor encaixa nos treze traços de personalidade que proponho
abaixo e não precisa etapas para se desenvolver a cognição, ele é inato na
consciência coletiva da sociedade em que nasce não adianta ensinar por etapas
como Piaget, Wallon, ou seriação que tanto a UNESCO promove, achando que pela
estatística e no pelo ensino até a universidade teremos países desenvolvido,
patifaria, deixe de ser hipócritas, acabe com este mito.
O exemplo
acima é característico de alunos perceptos, mas, no entanto o meio social em
que ele esta é determinista, portanto, para se ter mais alunos perceptos são
necessários entender o pensamento coletivo consciente e inconsciente de uma
sociedade e quando se leva em consideração os limites de transição de idades
como Piaget e Wallon, diminui as chances de o ser.
Mas pode ser
que um jovem de doze anos não queira ser médico, mas simplesmente um
caminhoneiro, um pescador e ele obrigado a estudar coisas que não farão sentido
para eles e torná-los ser feliz.
Não precisam
ser educado para um futuro pelo qual não tem certeza, se será um médico ou
letrado, por isto, para ser feliz é necessário ter universidade? Seguir
diretrizes centralizadas, aptidão dele deve ser o hoje, no que ele quer; se têm
12 anos e quer ser mecânico, mas não tem condição econômica, e, existem
recursos abundantes no Brasil, cerca de R$ 749 (reais) e somente chega às
escolas 220 por alunos porque não repassar diretamente para este aluno
perceptos que quer ser mecânico seria sim uma educação sem manipulação que
tanto vimos ao longo do século.
Por isto,
escrevo sobre uma nova teoria de aprendizagem, chamada pedagogia memética onde
os atos, atitudes, valores estarão sustentados em treze axiomas que são:
Egoísmo
(egocentrismo) que é a preocupação com o próprio conforto, ter vantagens, tirar
proveito ( que no Brasil chamamos Lei de Gerson ) etc., sem consideração com os
problemas dos outros, a pessoa acha que o mundo gira ao seu redor, não fala em
publico, não dança ou quer se mostrar que dança melhor que os outros não
participam de nenhuma atividade, pois, teme parecer desajeitado, incapaz e
ficar em desvantagem, isto machucaria sua imagem. Exemplo: acha que mais
importante é ficar em casa assistindo um jogo enquanto a família gostaria de
passear e quem vence?
Álibis é a
parte altamente desenvolvida de justificar o nosso próprio conforto usando
acrobacias para alegrar o egoísmo e outras necessidades que chama de razão sem
esquentar se vai machucar o outro ou não. Exemplo: se ao menos eu não tivesse
uma mulher ou marido e filho para eu cuidar e sustentar, eu poderia faze isto
ou aquilo, outra, “ seu pudesse começar tudo de novo… poderia sair à vontade.
¨, “tanto faz se eu sair e trair eu que sustento a casa” “se fulano ou beltrano
no me chateassem tanto...” “ se eu houvesse feito às coisas de outro jeito”, e,
assim por diante. Sempre se acha uma desculpa ou razão para satisfazer-se, e,
ele acredita piamente nesta desculpa ou razão.
Orgulho é o
mais sério defeito de personalidade (inato) ele tem uma dose de vaidade,
egoísmo, admiração exagerada de si mesmo, auto-estima (diferente de
amor-próprio), arrogância, ostentação, autoproteção exagerada, Exemplos: “tenha
vergonha de contar às pessoas que não é pobre”, “ quando comete um erro e é
chamado à atenção, reage com queixa ou com falta de brio”, “ acha que é dono da
própria lei”, “ é o 'juiz' de si mesmo. Se torna seu próprio 'Poder Superior',”
“crítica e fala pelas 'costas', difama as pessoas”, “tem rancor hipócrita”,
Cria desculpas para os próprios erros, porque não suporta suas deficiências.”.
Ressentimento
( que vem como ódio, raiva, rancor, desprezo, irritação pelo outro, desprazer,
injuria, exasperação) exemplo; “ seu colega recebe um elogio por merecimento ou
promovido em sua frente acha que ele é um puxa saco”, acha que sua religião ou
qualquer razões até cubistas, não vai com a cara dele por estes fatos e cria na
mente razões para ter os ressentimentos, simplesmente não gosta dele pelo que
ele é, portanto, se acha o tal o dono da verdade e se enfurece, se descontrola,
fica sem paz.
Pensamento
desonesta (usa mentiras) para cobrir suas deficiências e para conquistar o que
quer manipula as pessoas que tem boa vontade e virtudes, vira marionetes para
seu deleite, exemplo: uma pessoa que tem uma religião ele fala que é da mesma
para tirar vantagens, esconde a infidelidade falando que vai jogar futebol ou
ir a uma viajem de negócio, é um experto da maledicência sempre visando seu bem
estar, ignora os sentimentos dos outros.
Intolerância:
- é a recusa de conviver com valores diferentes dos seus, não aceita outros
“credos”, políticos, religiosos e outras tendências clubísticas, sexuais e
pratica de costumes diferentes do seu, Exemplo: odeia judeu e mesmo que seja
cristã não aceita outra igreja, se ele é da batista até suporta a luterana ou
anglicana, mas quando discutem sempre prevalece seus dogmas e doutrinas, não
suporta e despreza o homossexualismo, mas tudo é herdado pela consciência
coletiva de uma sociedade segundo a Teoria de Durkheim.
Inveja: - é
descontentamento perante a “boa Estrela” dos outros, exemplo: uma pessoa chefe
de família ou uma dona de casa ou um aluno exemplar, enfim, uma pessoa decente.
E, naturalmente a pessoa invejosa considera um “metido a besta”, um convencido,
um esnoba, as pessoa invejosa usa a velha frase típica, como justificativa usa:
“Se eu tivesse tido as oportunidades dele, eu também estaria por cima”, é o
contra ataca que ridiculariza e etc.
Malandragem: -
é manifestação do nosso grande “falso orgulho”, uma forma de mentir com
desonestidade exuberante, e usa máscara de bom moço e quer limpar sua barra
após uma coisa que aprontou exemplo: sou um grande orador que impressiona as
pessoas quer demonstrar “grande sabedoria” e dedicação a uma causa, ser, por
exemplo, a favor do socialismo, igualdade de direito, faz grande abordagens usa
dos seus conhecimentos abusando da ignorância das pessoas e da própria família,
diz frases de efeitos sobre como criar um vida feliz, mas em casa nem tem tempo
para os filhos, na vida é um grande camarada, mas em casa ou quando chefe é um
verdadeiro tirano, etc.
Procrastinação:
- é a arte de deixar para depois, adiar que precisam ser feitas. O velho ditado
“amanhã eu faço” e quando se dá conta se torna inviável, ele se engana a si
próprio, diz que vai fazer as coisas, mas faz ao modo dele, quando na realidade
precisa de disciplina e quando pode resolver pequenos assuntos quando pedem se
sente forçado a fazê-los, a preguiça e orgulho esta instalado em seu
consciente.
Autopiedade: é
gravíssimo e degenerativo é um sinal vermelho, leva a baixa estima, exemplo: “
se eu tivesse o dinheiro que essa pessoa tem? Olha aquela pessoa tem um mulher
bonita se eu fosse rico que nem ele teria também, ah se eu tivesse estudado
teria sido rico, a se eu tivesse a beleza dela teria todos seria feliz, etc.
Falsa
sensibilidade; própria daqueles indivíduos melindrosos, cheios de "não me
toques", ausência de maturidade e se dão muita importância, não agüenta
desfeita e fica balançado, espera ser chamado e fica bravo, acha que tal
sujeito não foi com cara dele, se não
tem carinho acha que não é amado, se não tem sexo a vontade acha que não é
querido.
Impaciência
que é má vontade de suportar oposições, dores aborrecimentos, etc., sem calma e
se volta em todas as direções que lhe afeta e loucamente atira em todas as
direções sem se importar com sentimento do outro, ela trás destruição físico,
emocional, psicológicos e que pode levar a loucura e contribui muito com a
ansiedade, brigas, guerras, estabelece a solidão e não compreende o outro e não
deixa em paz e não vive em paz, sempre a paz dele esta em sua volta, ele não
tem nada procura a paz na paz do outro que vive de maneira diferente e que
mudar do seu jeito, e acha que assim esta salvando a humanidade, ele se torna o
super-homem, é um eterno insatisfeito.
Medo que é um
pressentimento real ou imaginário de fatalidade iminente, é positivo para
evitar o perigo só quando é real, no imaginário é empecilho para o bem estar,
exemplo: será que eu não a satisfaço o meus iguais, será que outra pessoa é
melhor, será que por causa de da minha feiúra ou deficiência sou pior. A
pergunta já têm resposta no acho que é? E na dúvida nasce o medo imaginário que
perturba a paz, será ou serei mais feliz torna-se um martírio emocional.
É, assim, uma
Teoria Determinista, ou seja, é condicionada e aplicada no consciente e
inconsciente seja ele individual ou coletivo que limitam o crescimento do
sujeito no espaço geográfico, ele sua ação hoje esta no click do WWW, o aluno
acima não conseguiria se seguisse às utopias dos pedagogos clássicos.
Os modelos de
escolas que temos não cobre as necessidades de formar o Ser na intensidade,
mas, eles esquecem do Ter que descrevo no link que segue (http://adiliojacintofilho.blogspot.com.br).
O QUE É
PEDAGOGIA MEMÉTICA.
A forma
assumida pelos memes no cérebro
Um meme, termo
criado em 1976 por Richard
Dawkins no seu bestseller “ O Gene Egoísta, é para a memória o análogo
do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de
informação que se multiplica de cérebro em cérebro ou entre locais onde a
informação é armazenada (como livros). No que diz respeito à sua
funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode
de alguma forma paga. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas,
sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra
coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida como unidade autônoma. O
estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como
memética.”.
Em 1981 os
biologistas Charles J. Lumsden e Edward Osborne Wilson publicaram uma teoria de
co-evolução de genes e cultura no livro Genes, Mind, and Culture: The
Coevolutionary Process (traduzindo, seria "Genes, mente, e cultura: o
processo co-evolutivo"). Eles apontaram que as unidades fundamentais
biológicas da cultura devem corresponder a redes neurais que funcionam como
conexões de memória semântica. Wilson depois adotou o termo "meme"
como o melhor nome existente para a unidade fundamental de herança cultural e
elaborou sobre o papel fundamental dos memes em unificar as ciências naturais e
as sociais no seu livro A unidade do conhecimento: consliência. No qual dou
outro conceito espacial se dá a consliência e nesta se instalam memes
replicantes no inconsciente e consciente coletivo e são dominantes em um
momento histórico do conhecimento que dará uma neurolinguística renovada.
Os memes
replicantes segue a teoria de Reprodução e Envelhecimento: A Teoria do
"Filho Premiado"
João Carlos
Holland de Barcellos, propôs uma nova teoria, que explica a origem da
reprodução sexuada e do envelhecimento. Nesta teoria, tanto a reprodução sexual
como a senescência surgem como uma adaptação darwiniana. Um mecanismo que
dribla a seleção de grupo também é proposto. Desenvolveremos então a “Equação
da Morte”, que estabelece a longevidade de uma espécie como função de
parâmetros de suas presas e predadores.”
“Utilizaremos
neste texto a palavra “envelhecimento” como sinônimo de “senescência”. A
senescência é definida como um lento acúmulo de alterações degenerativas no
organismo que o leva, inexoravelmente, à morte. Ou então como “a deterioração
progressiva da quase totalidade das funções do organismo durante do tempo”.
O termo
“imortal” designa que o organismo que não morre por envelhecimento. Isso não
significa que não possa morrer por falta de alimentos, ataques de predadores,
acidentes, doenças, por um ambiente hostil ou alguma outra causa externa, mas
apenas que não se nesse, isto é, não possua uma morte programada em seu DNA nem
que suas funções vitais decaiam significativamente com o tempo levando, por
isso, o organismo à morte. Como exemplo de organismos imortais, podemos citar
as bactérias. Estas não envelhecem, e, portanto, neste sentido, são imortais.
Da mesma forma utilizaremos à palavra “mortal” para qualificar o organismo que
envelhece, isto é, que possuem instruções em seu DNA para que, após certo
período de tempo, faleça, ou que suas funções vitais caiam significativamente
com o tempo, levando-o sempre à morte. Como exemplo, podemos citar os
mamíferos, que sempre envelhecem e morrem.
A causa do
envelhecimento, a nível evolutivo, ainda é considerada um dos grandes mistérios
da ciência e, em particular, da biologia. Várias teorias tentaram explicá-lo:
“O gerontólogo
russo Zhores Medvedev recenseou mais de 300. Contudo um grande número entre
elas não se interessa realmente às causas, mas antes a mecânica senescente.”
Entretanto,
apesar deste grande número de teorias, apenas algumas poucas tiveram alguma
aceitação na comunidade científica. Infelizmente, nenhuma delas explicou satisfatoriamente
as causas darwinianas do envelhecimento. A teoria que exporemos, e que chamei
de a “Teoria do Filho Premiado”, pretende resolver este problema explicando a
causa da senescência no nível neo-darwiniano, isto é, através da adaptação
genética por seleção natural. Assim, defenderemos, nesta nova teoria, que o
envelhecimento é uma decorrência da “morte programada”, pois seria
evolutivamente vantajoso para os genes, em organismos com reprodução sexuada,
se eles eliminassem os corpos que os carregam. Para entendermos o processo
evolutivo envolvido no envelhecimento precisamos partir do início: A origem da
vida.
As teorias
mais modernas sobre a origem da vida apontam que esta se iniciou há cerca de
quatro bilhões de anos, tendo como origem uma molécula replicante. Segundo as
teorias mais modernas, este replicante deveria ser algo parecido com um
proto-RNA, formada ao acaso no ambiente primitivo da época, conhecido como
“sopa ou caldo primordial”. Lá vou eu como memo: - de onde veio esta sopa ou
caldo primordial?
Os primeiros
replicantes faziam cópias de si mesmos – clones- utilizando as moléculas que
vagavam neste “caldo primordial”. Entretanto as cópias nem sempre eram
perfeitas (ocorriam mutações) o que fazia com que estas cópias pudessem ter
maior ou menor habilidade em fazer mais (ou menos) cópias em relação aos seus
pais. As que tinham mais sucesso em sobreviver e se reproduzir, colocavam mais
cópias de si mesmas do que as demais. Houve as condições necessárias para que a
evolução darwiniana ocorresse: Herança, Reprodução, Variabilidade e Seleção
Natural.
A “luta” pela
replicação continuou sem tréguas. Em algum momento deve ter surgido um
replicante mutante, que criou uma capa de proteção contra ataques de outros
replicantes – a primeira célula-. Este replicante celular teve tanto sucesso
com sua capa protetora que praticamente dominou a vida primitiva em seu início.
No caldo primordial devem ter sobrado apenas os replicantes celulares – como as
bactérias [3]-. Posteriormente, algumas bactérias mutantes “perceberam” que se
elas se agrupassem em colônias teriam mais chances de sobrevivência. Estas
colônias evoluiriam para os primeiros seres pluricelulares.
“Quando usado
num contexto coloquial no dia a dia, e, não especializado, o termo meme pode
significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso
aproxima o termo da analogia da "linguagem como vírus", afastando-o
do propósito original de Dawkins, que procurava definir os memes como
replicadores de comportamentos”.
“A chave de
todo ser humano é seu pensamento. Resistente e desafiante aos olhares, tem
oculto um estandarte que obedece, que é a idéia ante a qual todos seus fatos
são interpretados. O ser humano pode somente ser reformado mostrando-lhe uma
idéia nova que supere a antiga e traga comandos próprios.
—Ralph Waldo
Emerson”
Para pensar é
necessário ter duvidas e buscar respostas adequadas para melhorar o pensamento
coletivo e o comportamento e um novo comportamento neurolinguística que coloca
em xeque os fatos sociais dominante, mas, se diferenciam e se torna um memes
positivo.
Segundo
Dawkins, possuímos dois tipos de processadores informativos distintos:
O genoma ou
sistema genético situado nos cromossomos de cada indivíduo é determinante do
genótipo. Este DNA constitui a natureza biológica vital em geral e humana em
particular. Mediante a reprodução, os genes transmitem-se por gene rações.
O cérebro e o
sistema nervoso permitem processar a informação cultural (recebida pelo ensino,
por imitação (memes) ou assimilação) divisível em idéia, conceito, técnica,
habilidade, costume etc. - os chamados "memes".
Segundo
Dawkins, possuímos dois tipos de processadores informativos distintos:
O genoma ou
sistema genético situado nos cromossomos de cada indivíduo é determinante do
genótipo. Este DNA constitui a natureza biológica vital em geral e humana em
particular. Mediante a reprodução, os genes transmitem-se por generações.
O cérebro e o
sistema nervoso permitem processar a informação cultural (recebida pelo ensino,
por imitação (memes ou assimilação) divisível em idéia, conceito, técnica,
habilidade, costume etc. - os chamados "memes".
A tese mais
importante de Dawkins é que os traços culturais ou memes também se replicam.
Por analogia com o agrupamento genético nos cromossomos, diz-se que os memes
também se agrupam em dimensões culturais, que podem ser incrementadas com novas
aquisições culturais. A grande diferença é que, enquanto os cromossomos são
unidades naturais independentes de nossas ações, as dimensões culturais são
construções nossas. Então, a cultura não é tanto o conjunto de formas de
conduta, mas a informação que as especifica.
Transmissão
dos memes
O conjunto de
todos os memes possui as características próprias de qualquer processo
evolutivo: fecundidade (algumas ideias são especialmente efetivas), longevidade
(persistem durante muito tempo) e fidelidade na reprodução (conservadorismo
tradicional, especialmente no ensino, como parte da educação infantil).
Por sua vez,
os memes dão-se em um amplo campo de variação, replicam-se a si mesmos por
mecanismos de imitação e transmissão de cérebro a cérebro, e geram um amplo
leque de cópias que subsistem nos meios mais diversos. Assim sendo, temos o
marco geral de um processo evolutivo que Dawkins compara com a evolução
biológica, e prega que os memes devem ser considerados como estruturas viventes
não somente metaforicamente, mas também tecnicamente. Os memes alternativos,
que podem servir para efetuar a mesma função, são chamados alelomemes ou memes homólogos. Por sua vez, os memes
podem agrupar-se formando macromemes, que constituem um sistema de muitos memes
estruturados e inter-relacionados que formam um objeto cultural complexo, tal
como uma língua, uma teoria, uma mitologia. Em geral, a maior parte das construções
que sustentam a teoria da evolução das espécies, são aplicadas pelos defensores
das teses de Dawkins à teoria dos memes.
Da mesma forma
que os genes se autocopiam (ergo, 'inconscientemente'), os memes tendem a se
replicar; as boas ideias não o serão propriamente se forem incapazes, ao mesmo
tempo, de se replicarem bem. Assim, os memes são indiferentes à verdade, como
os genes são estranhos a qualquer classificação. Este mecanismo de
auto-reprodução não é exclusivo dos sistemas vivos, como o DNA e o RNA: certos
polímeros e cristais, e os vírus informáticos mostram este comportamento,
assim, não deveria ser ilógico em algo inerte como um meme, já que, como vemos,
trata-se de um padrão visível em muitos elementos naturais. Os genes de um ser
vivo, conforme passam as gerações, alcançam proporções insignificantes em seus
descendentes.
Deste modo a
equipe ou coleção de genes de um indivíduo tende a desaparecer. Entretanto, uma
boa idéia ou um invento podem perdurar quase intactos durante séculos. Os memes
e os genes frequentemente reforçam-se uns aos outros, mas isto nem sempre é
assim; por exemplo, um gene do celibato seria erradicado rapidamente do acervo
genético, pois estaria condenado ao fracasso, por outro lado, um meme do
celibato pode ter muito êxito no acervo de memes. O meio de transmissão é a
influência humana de diferente índole, a palavra escrito-falada, o exemplo
pessoal.
Evolução
memética
A evolução
memética, tal como o seu equivalente genético, pressupõe a possibilidade de
mutações e de um mecanismo darwiniano de seleção natural para que possa ter
lugar. As mutações são o fator responsável pela emergência de variações
essenciais; as que são mais eficazes ao em replicar-se se tornam, por
definição, mais comuns, possuindo uma maior probabilidade de continuar a
replicar-se. No entanto, diferentemente da evolução genética, a evolução
memética não se sustenta em algo exterior, análogo ao genótipo. Se um roedor
perde a sua cauda, ou um fisiculturista levanta pesos, por exemplo, a
informação no ADN do seu genótipo permanecerá a mesma, e quando se replicar não
irá passar essas características adquiridas. Na memética, por outro lado, o
fenótipo coincide com o genótipo e dessa forma as mudanças no último são
transmitidas quando for replicado.
Dessa forma, a
memética pode ser vista como lamarckiana o que possui a sua dose de ironia, já
que consideráveis esforços e debates vieram a provar que a evolução genética
não era. Não é, contudo esta a perspectiva original de Dawkins, que se assume
como um neodarwiniano, e que, portanto nega a possibilidade de transmissão de
características adquiridas nos memes tanto quanto nos genes, explicando o que
superficialmente pode ser uma replicação de tipo lamarckiano como resultado de
mutações.
É de admitir
que as mutações dos memes (e o seu diferencial reprodutivo) tenham conduzido a
linguagem a uma evolução cultural que, começando com umas poucas sílabas
primitivas, a permitiu tornar-se hoje uma profusão de idiomas e dialetos, já
para não mencionar as várias possibilidades de variação simbólica no interior
de cada debilito. O mesmo raciocínio pode ser aplicado aos sistemas de
linguagem: a escrita, o Braille, as linguagens de sinais como a gestual etc.
Para tomar um exemplo recente, o frequentemente citado meme "All your base
are belong to us" produziu variações como "all your vote are belong
to us", enquanto outras falas do diálogo do videojogo que esteve na origem
deste meme, caso de "Someone set us up the bomb", ainda que também
replicadas pela Internet, obtiveram menor sucesso. O número de resultados de um
questionário efetuado nos sistemas de busca da Internet podem, até certo ponto,
servir como medida imperfeita da popularidade de várias expressões meméticas.
A cultura
evolui?
Dawkins
observou que as culturas podem evoluir de modo muito similar ao das populações
de um organismo. Entre as gerações podem ser passadas ideias que podem aumentar
ou diminuir a sobrevivência dos indivíduos que as obtêm e usam. A esse processo
vem associado um mecanismo de seleção das ideias que continuarão a ser passadas
às gerações futuras. Por exemplo, cada cultura pode possuir métodos e designs
únicos para a construção de determinadas ferramentas, mas a que possua métodos
mais eficazes - assumindo que todas as outras variáveis se conservam inalteradas
- irá provavelmente prosperar sobre as outras culturas. Isso leva a que
prospere a adoção desses métodos, que serão usados por uma fração maior da
população com o passar do tempo. Cada design de ferramenta funciona então da
mesma forma que um gene biológico (que pode existir em algumas populações, mas
não em outras): a presença desse mesmo design nas gerações futuras é
diretamente afetada pela sua eficácia enquanto meme.
Uma
característica chave do meme é que ele é propagado por imitação, conceito
proposto pelo sociólogo francês Gabriel Tarde. Quando a imitação surgiu
evolutivamente nos humanos, isso veio a revelar-se um bom "truque",
pois aumentava a capacidade individual de se reproduzir geneticamente. Talvez a
seleção sexual dos melhores imitadores tenha levado a um aumento genético na
capacidade dos cérebros para imitar. "Imitar" aqui significa
basicamente levar informação do ambiente até ao cérebro por algum órgão
sensorial. O elemento ambiental pode ser inanimado (como é o caso dos livros),
mas, mais tipicamente, é um outro humano a partir de quem a informação de certo
comportamento é obtida e posteriormente praticada. As fontes inanimadas de
informação são designadas pelo termo "sistemas retentores". Uma vez
que os memes se propagam de um indivíduo a outro por imitação, não podem
existir sem que cérebros que sejam suficientemente potentes para analisar os
aspectos relevantes dos comportamentos a serem imitados (o que deve ser copiado
e por que razão deve sê-lo) bem como seus benefícios potenciais. Os memes (ou
comportamentos adquiridos e propagados por imitação) apenas podem ser
observados num reduzido número de espécies terrestres, caso dos hominídeos, dos
golfinhos, e de aves que aprendem a cantar por imitação dos seus progenitores.
Pode, no entanto ser alegado que existem memes menos complexos noutras espécies
- por exemplo, comportamentos imitativos artificialmente induzidos em
cefalópodes e ratos.
Uma outra
característica que os memes partilham com os genes é o fato de sobreviverem
para além dos indivíduos que os transportam. Um gene bem sucedido (como é o
caso dos genes para dentes fortes numa população de leões) pode conservar-se
sem mutações no conjunto de genes de uma população por centenas de milhares de
anos. Da mesma forma, um meme bem sucedido pode propagar-se de indivíduo para
indivíduo para muito além do momento em que teve origem.
Analogias
biológicas
Assim como o
conceito de egoísmo genético pode ser usado como auxiliar para uma melhor
compreensão do modo como funciona a evolução biológica, o conceito de meme pode
ser igualmente usado para compreender alguns aspectos da cultura humana (bem
como comportamentos aprendidos de outros animais) que de outra forma careceriam
de uma explicação suficientemente adequada. Em qualquer dos casos, se esta
"explicação adequada" não for sustentada por testes empíricos,
permanecerá a discussão em torno da cientificidade do conceito. A memética pode
então ser considerada como uma ciência ainda na sua infância, uma protociência,
ainda que muitos críticos do conceito a considerem tão-só uma pseudociência. Em
todo o caso, muitas destas acusações podem provir duma interpretação literal da
expressão "gene (ou meme) egoísta", que Dawkins sublinha que deve ser
tomada como mera metáfora: um meme, assim como um gene, não faz ou deseja
qualquer coisa intencionalmente. Simplesmente é (ou não) replicado, e isto de
forma passiva.
Evolução dos
memes
Para que
ocorra a evolução, não basta a existência de mecanismos de hereditariedade e de
seleção natural; é igualmente necessária à possibilidade de mutação,
propriedade que também é atribuída aos memes. As ideias que são transmitidas de
cérebro em cérebro podem sofrer modificações que se acumulam ao longo do tempo.
Essas modificações no "fenótipo" (a informação nos cérebros ou
sistemas retentores) são então transmitidas sob uma nova forma. Por outras
palavras, de modo algo distinto da evolução genética, pode alegar-se que se
propagam de forma tanto darwiniana quanto lamarckiana, pelo menos no sentido
popular do último termo. Por exemplo, os contos populares e mitos são
frequentemente adornados quando recontados com o objetivo de serem mais bem
recordados -- aumentando dessa forma a probabilidade de serem recontados.
Ilustrações mais contemporâneas podem ser encontradas nas várias lendas ou
mitos urbanos e trotes (ou aches) que circulam na internet, de que são exemplo
os falsos avisos de vírus como o "goodtimes vírus".
Contrariamente
à história dos genes, que sofrem mutações aleatórias, as mutações nos memes
geralmente são intencionais. São "pessoas" que alteram os contos na
intenção de melhorá-los, ou de que eles sejam recontados, apresentando ou não
sucesso. Um outro exemplo bem oportuno: o leitor deste artigo graças ao
"wiki-software" é encorajado a alterá-lo e melhorá-lo. Se esta
"mutação" melhorar o texto na opinião dos leitores, ele continuará
publicado nesta enciclopédia. Caso contrário ele será modificado ou eliminado.
Um outro
aspecto da evolução dos memes é que se pode criar mecanismos que facilitem, ou
dificultem o processo de mutação, como no exemplo descrito acima, e em
iniciativas como a proteção de copyright e mecanismos de bloqueio de alterações
que não facilitam sua evolução.
Forças
evolutivas que afetam os memes
O sucesso de
um gene ou de um meme é determinado apenas pelo número de cópias existentes (e
por onde essas cópias residem). Há uma forte correlação entre genes bem
sucedidos e genes que têm um efeito positivo no organismo que contém esses
genes. Voltando a atenção para o caso dos memes que normalmente são
interpretados como alegações de fatos, pode postular-se uma correlação análoga
entre os memes bem sucedidos e os que são verdadeiros. Similarmente, haverá uma
correlação entre memes de natureza tecnológica ou econômica bem sucedidos e
aqueles que têm um efeito positivo na economia. No entanto, este não é o único
fator a ter em conta: há genes e memes cujo sucesso se deve a outros fatores e
cujo efeito pode inclusive ser negativo.
O sucesso de
um gene num corpo pode dever-se à sua capacidade de esquivar-se da loteria
sexual, tendo para tal de estar presente em mais do que 50% dos zigotos de um
organismo. Outros genes são selecionados positivamente pela via sexual. Assim,
a evolução dos genes é influenciada por vários fatores que não exclusivamente o
sucesso da espécie como um todo. Similarmente, as pressões evolutivas nos memes
não são apenas a verdade e o sucesso econômico. Entre estas outras se incluem:
Experiência:
Se um meme não apresenta uma correlação com o universo de experiência de um indivíduo,
então será menos provável que este acredite nesse meme.
Felicidade: Se
um meme faz com que um indivíduo se sinta mais feliz, então será mais provável
que acredite nele (ex.: a idéia de que se será recompensando depois da morte
pelos atos cometidos em vida --- "faça assim e irá para o Paraíso depois
da morte").
Medo: Se um
meme constitui uma ameaça, os indivíduos podem ser levados a crer nele pelo
medo. (é o exemplo oposto ao anterior: "se você fizer isso, irá arder
eternamente no Inferno).
Economia: Se
um meme tende a ser portado por pessoas ou organizações que têm influência
econômica, então o meme provavelmente beneficiará uma maior audiência. Se um
meme tende a aumentar as riquezas de um indivíduo portador, provavelmente irá
disseminar-se pela mesma razão. Entre os memes deste tipo incluem-se ideias tão
simples quanto à de que "o trabalho duro é bom" e "as coisas
mais importantes devem vir em primeiro lugar".
Censura: se
uma grande e poderosa organização penaliza pessoas que expressam a crença
nalgum meme em particular ou queimam livros que contenham esse meme, então ele
será colocado numa situação de desvantagem seletiva. (A este propósito, deve,
contudo notar-se que existe o meme "é errado censurar". Seria
interessante especular se esse meme teria prosperado pelo aumento da riqueza de
algumas nações que o aplicaram, dessa forma aumentando a influência do meme em
si).
Conformidade e
inovação: os memes, de forma um pouco diferente dos genes (mas não muito
diferente dos genes presentes em vírus), podem aumentar em freqüência
simplesmente por serem populares. É o caso do apego ao tradicional e do repúdio
ao novo - algo que se relaciona com um outro fator de seleção, a felicidade
relativa que decorre do nível de aceitação social. Noutros casos, mais
notoriamente na moda e em várias formas de arte memes podem tornar-se populares
pela razão oposta, isto é, por serem incomuns ou inovadores. Pode neste caso
haver uma relação mais ou menos direta com o mecanismo de seleção sexual.
Troca de vírus
memético?
Uma
controversa aplicação desse paralelo "egoísmo memético" é a idéia de
que certos grupos de memes podem agir como "vírus meméticos":
conjuntos de ideias que se comportam como formas de vida independentes, e
continuam a ser transmitidos mesmo que à custa dos seus hospedeiros
simplesmente porque eles são bons em se fazerem ser transmitidos. Foi sugerido
que as religiões e os cultos comportam-se dessa maneira; por incluir o ato de
transmitir suas crenças como uma virtude moral, outras crenças da religião são
passadas juntamente mesmo que elas não sejam particularmente valiosas para o
crente.
Outros notam
que a larga prevalência da adoção humana de ideias religiosas e defendem que
isso prova que elas devem ter algum valor ecológico, sexual, ético ou moral.
Por exemplo, a maioria das religiões urge por paz e cooperação entre seus
seguidores ("Não matarás"), o que pode tender a promover a
sobrevivência biológica de grupos sociais que carregam esses memes. Certamente
os defensores das religiões alegam que há esses valores em se seguir suas
regras e princípios - mas como isso está relacionado com o que eles sentem ser
divino?
Há uma
tendência na memética para criticar-se memes religiosos. De qualquer forma,
algumas autoridades especulam que as religiões tradicionais agem como sistemas
imunológicos mentais para suprimir novos memes que podem ser nocivos. Por
exemplo, o cristianismo proíbe assassinato e suicídio, suas definições precisas
de heresia garantem que novas religiões que advoguem essas ações não podem ser
aceitas por pessoas educadas no cristianismo.
Ainda assim, a
história nos mostra que não ocorre sempre exatamente isso, e verdadeiros
massacres foram feitos com embasamentos religiosos, como guerras santas ou caça
as bruxas. Ainda que religiões contenham memes que possam ter seus aspectos
positivos, há um considerável grau de plasticidade individual da expressão dos
memes, bem como influências de outros memes particulares de diversas
localidades ou períodos na expressão de conjuntos de memes como a bíblia ou
outros livros religiosos. Isso basicamente resulta nas diferentes
interpretações ao longo do tempo, originando novas correntes religiosas a
partir de uma base em comum. No decorrer dessa evolução muito do que pode ser
considerado positivo pode deixar de ser expresso.
Muito disso
está relacionado com os memes propagados pelas religiões que não estão
diretamente, logicamente, associados aos valores morais e éticos, associações
descartáveis de ideias sobre o sobrenatural como justificativa moral. Esses
memes podem evoluir independentemente e influenciar negativamente na expressão
dos memes considerados positivos.
Seleção não
natural
Quão
"natural" é esse tipo de seleção? Talvez tão natural quanto à atração
sexual ou hábitos éticos. A relação do meme com outras ideias de evolução, como
essas que separam fatores ecológicos, sexuais, éticos e morais e não reservam
um lugar especial ou separado para a "cultura" além desses, parecem
ser "pretendentes do trono" - fingindo explicar essas ideias mais
específicas de evolução e cultura, mas sem qualquer modelo para teste. Isso
causa a alguns cientistas e outros a desdenharem a cultura como algum tipo de
fator na vida humana.
Uma famosa
observação desse tipo é a de que Margaret Thatcher, quem diretamente disse
"não há essa coisa de sociedade" - evidentemente ela se referia a um
conjunto de fatores de sobrevivência, sedução e escolha moral específicos dos
indivíduos, casais e famílias e não como uma "cultura" ou
"sociedade" unificadas de algum modo.
Exemplo de isolamento
reprodutivo na 'especiação' memética
Na genética
populacional tradicional, a variação genética normal, seleção, e deriva não
levam a formação de novas espécies sem alguma forma de 'isolamento
reprodutivo'; isso é para dividir uma única espécie em duas, as duas
subpopulações da espécie original devem de alguma forma ser impossibilitadas de
intercruzar-se, o que iria normalmente manter sua heterogeneidade. No entanto,
depois de separadas, a seleção natural e/ou apenas deriva genética agindo na
variação genética normal das duas subespécies irá eventualmente modificar
características suficientes entre os dois subgrupos que eles não poderão mais
intercruzar-se, o que por definição significa que eles irão compor duas
diferentes espécies. Exemplos de isolamento reprodutivo incluem isolamento
geográfico, onde o surgimento de uma montanha ou rios separa dois subgrupos;
isolamento temporal, onde um subgrupo torna-se totalmente diurno em seus
hábitos enquanto o outro se torna totalmente noturno; ou até mesmo apenas
isolamento "comportamental" como visto em lobos e cães domésticos:
eles poderiam intercruzar-se, biologicamente falando, mas normalmente eles
simplesmente não o fazem.
Um fenômeno
similar pode ocorrer com memes; normalmente, a população dos indivíduos
portadores de um meme em suas consciências é heterogênea e mistura-se
suficientemente para manter o meme intacto, ainda que isso cubra uma grande
amplitude de variações. Mas de qualquer forma, se a população divide-se, sem
contato suficiente entre os dois subgrupos de variações do meme para
equilibrarem-se, eventualmente em cada grupo irá evoluir sua própria versão
desse meme, diferindo suficientemente do outro grupo para ser considerado uma
entidade distinta.
Um exemplo
disso ocorrendo na internet é o meme Kellerman. Uma busca na rede e/ou Use NET
pela palavra 'Kellerman' irá resultar num grande número de citações,
descrevendo extensivamente o covarde comportamento de um 'Dr. Arthur
Kellerman', quem, com a assistência voluntária do centro de controle de doenças
e do 'poderoso lobby da saúde pública' fabricou falsos estudos tentando
implicar armas de fogo (e por extensão os seus donos) como uma ameaça à
segurança pública, para propósitos de controle estatal da população que de
outra forma seria frustrado pela segunda emenda da Constituição dos Estados
Unidos da América, o direito de ter e portar armas. Os autores dessas páginas e
postagens descrevem aparentes maquinações, ciência propagandista, ou um
subseqüente arrependimento do Doutor 'Kellerman', e o uso de seu trabalho por
proponentes do controle de armas.
Na realidade,
é claro, não há um 'Dr. Arthur Kellerman', ao menos não em qualquer conexão com
a descrição acima. Há, no entanto, um Dr. Arthur Kellermann (com
"duplo" n), que de fato publicou vários artigos estimando o impacto
geral na saúde pública quanto à disponibilidade de, e vários aspectos de
armazenamento de armas de fogo etc., como parte de uma robusta e saudável
carreira na saúde pública e medicina de emergência e trauma. Como qualquer
série de estudos desse tipo, há pontos fortes e fracos no trabalho de
Kellermann que são rigorosamente debatidos tanto na literatura quanto na
internet; de qualquer forma, mesmo após eliminar questões de opinião e
afirmações que não são 100% sustentados, os fatos restantes facilmente
verificáveis das publicações, carreira, os detalhes de cada estudo, etc. de
Kellermann são virtualmente irreconhecíveis na descrição do maligno Dr.
Kellerman.
O que
aconteceu é um exemplo do meme original de Kellermann e seu trabalho sobre
ferimentos violentos relacionados às armas tendo gerado um novo meme, 'o
mentiroso, maligno, anti-armas Dr. Kellerman inimigo da liberdade' por um
fenômeno análogo à clássica de seleção genética. A subpopulação envolvida era
aquela com ações extremamente negativas contra o trabalho de Kellermann bem
como uma falta de familiaridade com seus estudos, carreira, etc. Por causa de
'isolamento reprodutivo' devido à total ausência de interseção dos resultados
de busca por "Kellerman" de "Kellermann", o meme
"Kellerman" derivou ainda mais na direção da negatividade,
independentemente da realidade. Como esse grupo encontra novos indivíduos de
mentalidade geral similar, eles são introduzidos apenas ao mito 'Kellerman', e
vão reproduzi-lo em seus próprios websites e postagens ampliando o rápido
progresso desse meme dentro do intervalo da existência da internet.
Esse fenômeno
também demonstra duas outras características de memes: o 'complexo de memes':
um conjunto de 'co-memes' mutuamente ajudantes que co-evoluíram uma relação
simbiôntica, e a estratégia de infecção 'Vilão versus Vítima'. (em inglês) [1]
A forma
assumida pelos memes no cérebro
Em 1981 os
biologistas Charles J. Lumsden e Edward Osborne Wilson publicaram uma teoria de
co-evolução de genes e cultura no livro Genes, Mind, and Culture: The
Coevolutionary Process (traduzindo, seria "Genes, mente, e cultura: o
processo co-evolutivo"). Eles apontaram que as unidades fundamentais
biológicas da cultura devem corresponder a redes neurais que funcionam como conexões
de memória semântica. Wilson depois adotou o termo "meme" como o
melhor nome existente para a unidade fundamental de herança cultural e elaborou
sobre o papel fundamental dos memes em unificar as ciências naturais e as
sociais no seu livro A unidade do conhecimento: consliência.
Exemplos de
memes
As seguintes
declarações são (grosso modo) versões de alguns memes comuns e que tem na
neurolinguística uma um pensamento coletivo.
Tecnologia é o
exemplo maior, carros, grampeadores etc. Tecnologia claramente demonstra
mutação, a qual também é essencial para o progresso memético (ou genético) ser
feito. Existiram muitos desenhos de grampeadores ao longo da história, por
exemplo, com variáveis graus de longevidade, fecundidade, fidelidade ( e o
sucesso" memético).
Jingles,
músicas em propagandas políticas e comerciais e slogans.
Verme de
orelha são canções, em especial refrões, que você não consegue parar de
cantarolar ou pensar.
Piadas; ou
melhor, piadas conhecidas por serem engraçadas.
Provérbios e
aforismos (e.g., "Deus ajuda quem cedo madruga").
Canção de
Ninar; são propagadas por pais para filhos por várias gerações, muitas vezes
associada a ações e movimentos específicos.
Memes
portugueses - por vezes existem frases, interjeições e até mesmo sketches que
se massificam numa cultura ou sub-cultura.
Poema Épico;
como importantes memes para preservar a história oral, apesar de eles terem
sido há muito tempo mortos pela escrita.
Corrente de
correspondência; "Você deve mandar esta mensagem para cinco outras
pessoas, ou algo ruim vai acontecer com você.”.
Religiões são
memes complexos, e religiões, incluindo crenças folclóricas, podem até mesmo se
espalhar como um vírus (como a Oração de Jabez).
Teorias da
conspiração.
"Eu sou
uma pessoa de sorte. Aqui estão algumas histórias da minha sorte. Se você
acredita em boa sorte, você pode se tornar tão sortido quanto eu”.
Fenômenos na
Internet como gíria de internet e humor de internet (como All your base are
belong to us).
Susan
Blackmore teorizou que o "eu" é meramente uma coleção de histórias
meméticas que ela chama de "eu plexo".
O conceito de
memes é em si um meme. Até mesmo a idéia de que o conceito de memes é um meme
se tornou um meme muito difundido. Entretanto, a idéia de que os conceitos de
memes são em si memes, não é particularmente comum como um meme.
Filmes são
muito meméticos devido à replicação em massa, causando nas pessoas a vontade de
imitar um grande número de coisas que eles observam como "Você não agüenta
a verdade" de A Few Good Men ou "então ta", de Asse Ventura,
mesmo que eles não tenham visto o filme em si.
Memes
políticos que se estendem como "regra da máfia" e "república não
democrática".
Todos os tipos
de fanatismo baseado em grupos, do anti-semitismo e do racismo para cultos de
carregamento.
Paradigmas de
Programação, de Programação Estruturada para Programação Extrema.
A Lei de Maori
tem uma interessante e particular forma de auto-replicação. A convicção de que
a "complexidade do semicondutor dobra a cada 18 meses" se tornou mais
do que uma observação preditiva, mas sim um alvo de desempenho de toda uma
indústria uma vez que foi acreditado extensivamente. Manufatureiros agora
brigam para que a próxima geração de tecnologia de semicondutores recriem o
ganho de performance da geração anterior para manter a crença na lei de Maori.
Wikis: A
proliferação de sistemas edição colaborativa seguindo o exemplo da Wiki em suas
múltiplas edições. Wikipédia, Wikicionário etc.
Conceitos como
Liberdade, Justiça, Propriedade, Código Aberto ou Altruísmo
O
"dicionário memético" é uma lista de atributos a cerca de memes que
foi compilado por Glenn Grant sob uma licença de "divisão". Os
exemplos demonstrados oferecem ajuda para se focar no conceito, para um leitor
que não é familiar com o termo "meme". O dicionário está circulando
desde o começo dos anos 90, e está atualmente em sua terceira edição.
Um dicionário
memético
Os memes
"sê feliz" e "faça os outros felizes"
Algumas
práticas espirituais, por exemplo, o Budismo, promovem claramente metas
ecológicas e morais reconhecíveis pela maior parte das pessoas. Por exemplo, o
Nobre Caminho Óctuplo dá importância ao consumo limitado, à redução da
crueldade, à não-violência ou participação em sistemas violentos e ao
afastamento de processos sexuais e éticos que não tenham um claro interesse
ecológico ou moral para o praticante - independentemente do valor que possam
ter para os outros.
As religiões
judaico-cristãs, da mesma forma, concentram-se principalmente na devoção a uma
divindade transcendente e na adoção de normas morais para o comportamento,
incluindo normas sociais e éticas que afetam todos os aspectos da vida, desde o
amor altruísta, ao comércio e à atividade sexual. As pessoas são encorajadas a
se devotarem às necessidades dos outros. O contraste entre o "sê
feliz" e o "faça os outros felizes", apesar de não ser tão
brilhante na prática, ou teoria, como o debate tradicional sugere, pode
satisfazer contrastes de normas sexuais ou ecológicas diferentes em alguma
forma não-óbvia.
Religião
Uma pessoa
considera a própria religião como um meme ou, mais exatamente, um grupo de
memes associados - um memeplexo. Certos movimentos cristãos fundamentalistas
são notáveis por apenas agirem para aumentar os seus próprios números. Os
movimentos em questão devotam quase 100% do seu tempo à atividade evangélica,
não servindo a qualquer outro propósito. Isto possibilita que sejam
considerados simplesmente como um vírus autocentrado e, em alguns casos,
particularmente eficiente.
A direita
religiosa americana tem uma mensagem construída nos dogmas religiosos. Ao
anexar políticas conservativas para evangelismo religioso cristão (meme) eles
estão associando um grupo de ideias políticas/memeplexos com um grupo de ideias
religiosas/memeplexos que durante a história se "repetiram" de forma
muito eficaz. Isto é, a Cristiandade conseguiu converter por séculos; Agora em
muitos casos uma conversão política é, em parte, por causa da conversão
religiosa.
Resistência ao
Meme
Karl Popper
defende isso nos termos mais fortes possíveis: "o valor de sobrevivência
da inteligência é que ela permite que nós extingamos uma má idéia antes que ela
nos extingo.”.
Resistência à
ciência e à cultura tem sido um meme comum (ou antimeme ou a-meme) guiando a
evolução cultural e cognitiva do homem para longe de caminhos destrutivos - por
exemplo, os Estados Unidos e a URSS armazenaram, mas não utilizaram armas
nucleares no período da Guerra Fria. A ignorância tem sido considerada como uma
virtude em algumas culturas - em particular a ignorância de certas tentações
que a cultura acredita que seriam desastrosas se adotadas por muitos
indivíduos.
A internet,
talvez o maior vetor de memes, parece estar englobando os dois lados do debate.
Embora possa parecer verdade, para um observador ingênuo, que nenhum adulto
pode impedir que outro adulto que acesse a internet, isso não acontece de fato,
baseado em vários valores éticos tentando disseminar a resistência contra
hacker ou pornografia.
Principia
Cibernética Web mantém um léxico de conceitos meméticos, compreendendo uma
lista de diferentes tipos de memes. Também faz referência a um ensaio de Jaron
Lanier: A ideologia dos totalistas intelectuais cibernéticos que é muito
crítico do "meme totalists" que afirma os memes acima dos corpos.
História do
conceito de Meme
O conceito de
ideias espalhadas por regras genéticas prediz o neologismo do termo; por
exemplo, William S. Burroughs acertou que "Linguagem é um vírus".
John Laurent
no The Jornal of. Mimética até mesmo sugeriu que o termo meme pudesse ter vindo
do trabalho de um biólogo alemão pouco conhecido chamado Richard Cimo. Em 1904
Cimo publicou Dei Meme (publicado em Inglês como The Meme em 1924). Seu livro
discutia a transmissão cultural de experiências com critérios paralelos aos de
Dawkins. Laurent achou o uso do termo meme em The Socou of. the White Ant
(1927) de Maurice Maeterlinck e sublinha os paralelos com o conceito de
Dawkins:
Agora, a frase
que Maeterlinck usa - onde ele discute várias teorias que tentam explicar
'memória' em termos como outros insetos 'sociais' (formigas, abelhas, etc.) - é
"engrammata em cima do mneme individual" (Maeterlinck, 1927, p.198),
e de acordo com meu dicionário (Webster's Collegiate), um anagrama é "um
traço de memória; especif.: Uma mudança protoplasmática no tecido neural
hipoteticamente contanto para a persistência da memória." Pelo que vale,
Maeterlinck explica que ele obteve sua frase do "filósofo alemão"
Richard Semon.[2]
Laurent sugere
que as raízes etimológicas do termo meme estão em mimneskesthai, o termo grego
para memória, em vez do comumente aceito mimeishtai, ou imitação.
Everett Rogers
foi o pioneiro em teoria da difusão de inovações, explicando como e por que
pessoas adotam novas ideias. Rogers foi influenciado por Gabriel Tarde, que fez
as "leis da imitação" que explicavam como as pessoas decidiam se
deveriam copiar o comportamento. Francis Heylighten do Centro Leo Apostolo para
Estudos Interdisciplinares chegou ao que ele chama de Critérios de seleção
memética. Estes critérios abriram o caminho para um campo especializado de
aplicação de meméticas para descobrir se estes critérios de seleção poderiam
agüentar uma análise quantitativa. Em 2003 estes testes foram feitos por Klass
Chielens em uma tese de Mestrado sobre a testabilidade do critério de seleção.
Segundo Émile Durkheim (Épinal,
15 de abril de 1858 — Paris, 15 de novembro de 1917) “é considerado um dos
pais da Sociologia moderna, tendo sido o fundador da escola francesa, posterior
a Marx, que combinava a pesquisa empírica com a teoria sociológica. É
amplamente reconhecido como um dos melhores teóricos do conceito da coesão
social.”.
“Partindo da
afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas",
forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em
que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e
superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são
entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa
preponderância da sociedade sobre o indivíduo deve permitir a realização deste,
desde que consiga integrar-se a essa estrutura.”.
“Para que
reine certo consenso nessa sociedade, deve-se favorecer o aparecimento de uma
solidariedade entre seus membros. Uma vez que a solidariedade varia segundo o
grau de modernidade da sociedade, a norma moral tende a tornar-se norma
jurídica, pois é preciso definir, numa sociedade moderna, regras de cooperação
e troca de serviços entre os que participam do trabalho coletivo
(preponderância progressiva da solidariedade orgânica)”.
Seu principal
trabalho é na reflexão e no reconhecimento da existência de uma
"Consciência Coletiva". Ele parte do princípio que o homem seria
apenas um animal selvagem que só se tornou Humano porque se tornou sociável, ou
seja, foi capaz de aprender hábitos e costumes característicos de seu grupo
social para poder conviver no meio deste.
“A este
processo de aprendizagem, Durkheim chamou de "Socialização", a
consciência coletiva seria então formada durante a nossa socialização e seria
composta por tudo aquilo que habita nossas mentes e que serve para nos orientar
como devemos ser sentir e nos comportar. E esse "tudo" ele chamou de
"Fatos Sociais", e disse que esses eram os verdadeiros objetos de
estudo da Sociologia”.
“Nem tudo que
uma pessoa faz é um fato social, para ser um fato social tem de atender a três
características: generalidade, exterioridade e coercitividade. Isto é, o que as
pessoas sentem, pensam ou fazem independente de suas vontades individuais, é um
comportamento estabelecido pela sociedade. Não é algo que seja imposto
especificamente a alguém, é algo que já estava lá antes e que continua depois e
que não dá margem a escolhas.” e agindo no espaço como neurolinguística das
oportunidades. (grifo meu)
“O mérito de
Durkheim aumenta ainda mais quando publica seu livro "As regras do método
sociológico", onde define uma metodologia de estudo, que embora sendo em
boa parte extraída das ciências naturais, dá seriedade à nova ciência. Era
necessário revelar as leis que regem o comportamento social, ou seja, o que
comanda os fatos sociais.”.
“Em seus
estudos, os quais serviram de pontos expiatórios para os inícios de debates
contra Gabriel Tarde (o que perdurou praticamente até o fim de sua carreira),
ele concluiu que os fatos sociais atingem toda a sociedade, o que só é possível
se admitirmos que a sociedade seja um todo integrado (onde há memes, grifo
meu). Se tudo na sociedade está interligado, qualquer alteração afeta toda a
sociedade, o que quer dizer que se algo não vai bem a algum setor da sociedade,
toda ela sentirá o efeito. Partindo deste raciocínio ele desenvolve dois dos
seus principais conceitos: Instituição social e Anomia.”
“A instituição
social é um mecanismo de proteção da sociedade, é o conjunto de regras e
procedimentos padronizados socialmente, reconhecidos, aceitos e sancionados
pela sociedade, cuja importância estratégica é manter a organização do grupo e
satisfazer as necessidades dos indivíduos que dele participam. As instituições
são, portanto, conservadoras por essência, quer seja família, escola, governo,
polícia ou qualquer outra, elas agem fazendo força contra as mudanças, pela
manutenção da ordem.” e nesta entram os nemes negativos e positivos. (grifo
meu)
“Durkheim
deixa bem claro em sua obra o quanto acredita que essas instituições são
valorosas e parte em sua defesa, o que o deixou com certa reputação de
conservador, que durante muitos anos causou antipatia a sua obra. Mas Durkheim
não pode ser meramente tachado de conservador, sua defesa das instituições se
baseia num ponto fundamental, o ser humano necessita se sentir seguro,
protegido e respaldado. Uma sociedade sem regras claras (num conceito do
próprio Durkheim, "em estado de anomia"), sem valores, sem limites
leva o ser humano ao desespero. Preocupado com esse desespero, Durkheim se
dedicou ao estudo da criminalidade, do suicídio e da religião. O homem que
inovou construindo uma nova ciência inovava novamente se preocupando com
fatores psicológicos, antes da existência da Psicologia. Seus estudos foram
fundamentais para o desenvolvimento da obra de outro grande homem: Freud.”.
“Basta uma
rápida observação do contexto histórico do século XIX, para se perceber que as
instituições sociais se encontravam enfraquecidas, havia muito questionamento,
valores tradicionais eram rompidos e novos surgiam, muita gente vivendo em
condições miseráveis, desempregados, doentes e marginalizados. Ora, numa
sociedade integrada essa gente não podia ser ignorada, porque de uma forma ou
de outra, toda a sociedade sofreria as conseqüências. Aos problemas que
observou, classificou como patologia social, e chamou aquela sociedade doente
de "Anômala". A anomia era a grande inimiga da sociedade, algo que
devia ser vencido, e a sociologia era o meio para isso. O papel do sociólogo
seria, portanto, estudar, entender e ajudar a sociedade.” que para mim é a luta
entre os memes negativos e positivos, onde os memes negativos superam os
positivos.
Na tentativa
de "curar" a sociedade da anomia, Durkheim escreve "Da divisão
do trabalho social", onde discorre sobre a necessidade de se estabelecer
uma solidariedade orgânica entre os membros desta. A solução estaria em seguir
o exemplo de um organismo biológico, onde cada órgão tem uma função e depende
dos outros para sobreviver. Se cada membro exercer uma função específica na
divisão do trabalho da sociedade, ele estará vinculado a ela através de um
sistema de direitos e deveres, e também sentirá a necessidade de se manter
coeso e solidário aos outros. O importante para Durkheim é que o indivíduo
realmente se sinta parte de um todo, que realmente precise da sociedade de
forma orgânica, interiorizada e não meramente mecânica.
A pessoa
quando age no espaço determinista usa a neurolinguística com formas e molduras
do pensamento coletivo histórico e é replicante, hóquei e tem como expressão e
formação de sua de personalidade, exemplo: o ódio, a raiva estão ligado a
ressentimentos um dos 13 (que explanarei mais no próximo conceito) em
determinado tempo trás regras e normas de conduta neurológicas, ou seja, o
pensamento coletivo muda historicamente, mas, é determinado por um atores
sociais (que chamo de memes deterministas) no pós e no agora e no antes ele
recebeu pronto os eventos, ou seja, eles carregam conceitos determinantes do
pensamento coletivo anteriores, mas, renovado com uma neurolinguista social
caracterizada historicamente na forma de um novo pensamento coletivo.
Ele pode ser
determinadamente positivo e negativo é geralmente aquele que se renova dentro
do velho e se torna um gene replicante e é aperfeiçoado e adequados pelos memes
secundários, ou seja, a idéia do memes replicantes há um mecanismo que dribla a
seleção de grupo que dá uma nova idéia no pensamento coletivo e um novo sentido
neurológico aos indivíduos, por isto, as ideias dão suporte para ideologias
dominantes no espaço geográfico.
Exemplo
de João Carlos
Holland de Barcellos que estudou o genismo ele relatou o seguinte: “
Após fazermos uma análise crítica de algumas das mais conhecidas teorias sobre
o envelhecimento, iremos propor uma nova teoria, que explica a origem da
reprodução sexuada e do envelhecimento. Nesta teoria, tanto a reprodução sexual
como a senescência surgem como uma adaptação darwiniana. Um mecanismo que
dribla a seleção de grupo também é proposto. Desenvolveremos então a “Equação
da Morte”, que estabelece a longevidade de uma espécie como função de
parâmetros de suas presas e predadores.”.
“Utilizaremos
neste texto a palavra “envelhecimento” como sinônimo de “senescência”. A
senescência é definida como um lento acúmulo de alterações degenerativas no
organismo que o leva, inexoravelmente, à morte. Ou então como “a deterioração
progressiva da quase totalidade das funções do organismo durante do tempo”.
Também
utilizaremos o termo “imortal”, para designarmos o organismo que não morre por
envelhecimento. Isso não significa que não possa morrer por falta de alimentos,
ataques de predadores, acidentes, doenças, por um ambiente hostil ou alguma
outra causa externa, mas apenas que não se nasce, isto é, não possua uma morte
programada em seu DNA nem que suas funções vitais decaiam significativamente
com o tempo levando, por isso, o organismo à morte. Como exemplo de organismos
imortais, podemos citar as bactérias. Estas não envelhecem, e, portanto, neste
sentido, são imortais. Da mesma forma utilizaremos à palavra “mortal” para
qualificar o organismo que envelhece, isto é, que possuem instruções em seu DNA
para que, após certo período de tempo, faleça, ou que suas funções vitais caiam
significativamente com o tempo, levando-o sempre à morte. Como exemplo, podemos
citar os mamíferos, que sempre envelhecem e morrem.
A causa do
envelhecimento, a nível evolutivo, ainda é considerada um dos grandes mistérios
da ciência e, em particular, da biologia. Várias teorias tentaram explicá-lo:
“O gerontólogo
russo Zhores Medvedev recenseou mais de 300. Contudo um grande número entre
elas não se interessa realmente às causas, mas antes a mecânica senescente.”
Entretanto,
apesar deste grande número de teorias, apenas algumas poucas tiveram alguma
aceitação na comunidade científica. Infelizmente, nenhuma delas explicou
satisfatoriamente as causas darwinianas do envelhecimento. A teoria que
exporemos, e que chamei de a “Teoria do Filho Premiado”, pretende resolver este
problema explicando a causa da senescência no nível neo-darwiniano, isto é,
através da adaptação genética por seleção natural. Assim, defenderemos, nesta
nova teoria, que o envelhecimento é uma decorrência da “morte programada”, pois
seria evolutivamente vantajoso para os genes, em organismos com reprodução
sexuada, se eles eliminassem os corpos que os carregam. Para entendermos o processo
evolutivo envolvido no envelhecimento precisamos partir do início: A origem da
vida.
As teorias
mais modernas sobre a origem da vida apontam que esta se iniciou há cerca de
quatro bilhões de anos, tendo como origem uma molécula replicante. Segundo as teorias
mais modernas, este replicante deveria ser algo parecido com um proto-RNA,
formada ao acaso no ambiente primitivo da época, conhecido como “sopa ou caldo
primordial”.
Os primeiros
replicantes faziam cópias de si mesmos – clones- utilizando as moléculas que
vagavam neste “caldo primordial”. Entretanto as cópias nem sempre eram
perfeitas (ocorriam mutações) o que fazia com que estas cópias pudessem ter
maior ou menor habilidade em fazer mais (ou menos) cópias em relação aos seus
pais. As que tinham mais sucesso em sobreviver e se reproduzir, colocavam mais
cópias de si mesmas do que as demais. Houve as condições necessárias para que a
evolução darwiniana ocorresse: Herança, Reprodução, Variabilidade e Seleção
Natural.
A “luta” pela
replicação continuou sem tréguas. Em algum momento deve ter surgido um
replicante mutante, que criou uma capa de proteção contra ataques de outros
replicantes – a primeira célula-. Este replicante celular teve tanto sucesso
com sua capa protetora que praticamente dominou a vida primitiva em seu início.
No caldo primordial devem ter sobrado apenas os replicantes celulares – como as
bactérias [3]-. Posteriormente, algumas bactérias mutantes “perceberam” que se
elas se agrupassem em colônias teriam mais chances de sobrevivência. Estas
colônias evoluiriam para os primeiros seres pluricelulares.”.
As Bactérias
As bactérias
são imortais. Elas se reproduzem por fissão: A bactéria se divide em duas (dois
clones idênticos), e cada um destes clones se divide em dois, e assim por
diante, crescendo a uma taxa exponencial com o tempo, se não houver alguma
restrição ambiental.
O importante é
percebermos que a vida se iniciou imortal. Não havia um mecanismo interno de
envelhecimento, A característica mais simples para se existir é, portanto, a da
imortalidade.”.
Os memes
positivos não ficam conformados com pensamento efetivado pelo pensamento
coletivo apesar de sofrer os impactos da neurologia coletiva dominante na
divisão de trabalho, ele esta ligado ás ideias, e, o que é idéia?
Para Gilles Deleuze (Paris, 18 de
Janeiro de 1925 — Paris, 4 de Novembro de 1995) foi um filósofo
francês. Entre 1944 e 1948, Gilles Deleuze cursou filosofia na Universidade de
Paris (Sorbonne), onde encontrou Michel Butor, François Châtelet, Claude
Lanzmann, Olivier Revault d’Allonnes e Michel Tournier. Seus professores foram
Ferdinand Alquié, Georges Canguilhem, Maurice de Gandillac, Jean Hyppolite.
Concluído o
curso em 1948, ele dedica-se à história da filosofia, tornando-se professor da
matéria na Sorbonne de 1957 a 1960. Em 1962, conhece Michel Foucault, de quem
se torna amigo até sua morte em 1984. Apesar da amizade, não trabalharam
juntos, mas foram apontados como responsáveis pelo renascimento do interesse
pela obra de Nietzsche.
Entre 1964 e
1969, foi professor de História da Filosofia na ainda unificada Universidade de
Lyon. Em 1968, Deleuze apresenta como tese de doutoramento Diferença e
Repetição (Différence et répétition), orientado por Gandillac, na qual critica
o conhecimento via representação mental e a ciência derivada desta forma
clássica lógica e representativa; e como tese secundária, Spinoza e o problema
da expressão (Spinoza et le problème de l’expression) orientado por Alquié.
No mesmo ano,
ele conhece Félix Guattari, e este encontro resulta em uma longa e rica, e
considerada por muitos controversa, colaboração. Segundo Deleuze: "meu
encontro com Félix Guattari mudou muitas coisas. Félix já tinha um longo
passado político e de trabalho psiquiátrico."" Na Universidade de
Vincennnes, onde ensinou até 1987, Gilles Deleuze promoveu um número
significativo de cursos. Graças a sua esposa, Fanny Deleuze, uma parte
importante destas aulas foi transcrita e disponibilizada no sítio de Richard
Pinhas (webdeleuze).
Para Deleuze,
"a filosofia é criação de conceitos" (O que é a filosofia?), coisa da
qual nunca se privou (máquinas-desejantes, corpo-sem-órgãos,
desterritorialização, rizoma, ritornelo etc.), mas também nunca se prendeu a
transformá-los em "verdades" a serem reproduzidas. A sua filosofia
vai de encontro à psicanálise, nomeadamente a freudiana, que aos seus olhos
reduz o desejo ao complexo de Édipo (ver O Antiédipo - Capitalismo e
Esquizofrenia, escrito com Félix Guattari), a falta de algo. A sua filosofia é
considerada como uma filosofia do desejo. Com a crítica radical do complexo de
Édipo, Deleuze consagrará uma parte de sua reflexão à esquizofrenia. Segundo
ele, o processo esquizofrênico faz experimentar de modo direto as
"máquinas-desejantes" e é capaz de criar (e preencher) o
"corpo-sem-órgãos". Seu intuito sempre foi o de explorar as suas
potencialidades, ao máximo. Em Mil Platôs, Deleuze e Guattari enfatizam a
necessidade de extrema prudência nos processos de experimentação, para que se prenda
a qualquer preceito moral. Deleuze sempre advertiu quanto ao perigo de se
tornar um "trapo" através de experimentações que inicialmente
poderiam ser positivas, mas que depois é regulamentada por uma moral subjetiva:
"a queda de um processo molecular em um buraco negro" (Diálogos, p.
167).
Desde 1992,
seus pulmões, afetados por um câncer, funcionavam com um terço da capacidade.
Em 1995, só respirava com a ajuda de aparelhos. Sem poder realizar seu
trabalho, Deleuze atirou-se pela janela do seu apartamento em Paris, em 04 de
novembro de 1995. Seus seguidores consideraram seu suicídio coerente com sua
vida e obra: "para ele, o trabalho do homem era pensar e produzir novas
formas de vida".
Mas, no
entanto, para mim, ele se destaca por ser uma meme positivo na conceito
determinista ele se fez como meme porque ele é da classe social letrada.
O pensamento
coletivo dominante faz o meio social lhe proporcionar a ele ter idéia, e, ah!
Eureca! Encontrei a resposta! Eu responderia: - poderia ser qualquer um?
Para se ter
idéia é necessário ter o benefício das duvidas sobre novos fatos sociais e
físicos, etc. Daí sim produzir novas formas de vida no pensamento coletivo que
será ou não o dominante num dado momento histórico.
O importante é
que Deleuze foi um dos filósofos que teorizou as instâncias do atual e do
virtual (já elaboradas por outros pensadores), construindo um olhar sobre o
mundo a partir das possibilidades: "Um pouco de possível, senão
sufoco" (Foucault).
CONCLUSÃO
A pessoa
quando age no espaço determinista usa neurolinguística dominante feitas por
memes que dá formas e molduras do pensamento coletivo e tem como expressão e
formação de sua de personalidade e há 13 conceitos neurolinguísticos e que dão
historicamente outros que estarão etnologicamente como derivada, exemplo: o
ódio, a raiva estão ligado a ressentimentos um dos 13 em determinado tempo trás
regras e normas e conduta, ou seja, o pensamento coletivo é mudado
historicamente, mas os atores sociais (que chamo de memes) pós evento carregam
conceitos determinantes do pensamento coletivo anteriores.
Os treze
conceitos neurolinguístico para a formação do sujeito memético positivo e
negativo no espaço são os seguintes: Egoísmo, Álibis, Desonestidade, Orgulho,
Ressentimento, Intolerância, Impaciência, Inveja, Malandragem, Procrastinação,
Autopiedade, falsa sensibilidade e medo.
Na educação
atual o egoísmo a preocupação com o próprio conforto, quer tirar vantagens,
tirar proveitos (no Brasil chamamos de Lei do Gerson devido a uma propaganda de
cigarro, chamada de Del Rei, que diz o seguinte: deixe de ser qualquer, leve
vantagem compre cigarros Vila Rica e vá ao sucesso) que chamo de
neurolinguística coletiva onde o pensamento cria um corpo (paladar, odor,
visão, agir, fazer, etc.) de normas sociais alienado por utopias dentro do
espaço geográfico e forma o jeito de agir e pensar e fazer, ou seja, é o
trabalho nos objetos que dá um sentido de pertencer a um grupo qualquer, no
caso da utopia capitalista e socialista ou religiosa ele é um objeto a mais dentro
de vários, ele e seus semelhantes são contabilizado como resultado para um foco
e precisa de objetivos para desempenhar como um objeto destacado dentro do
corpo espacial geográfico, daí, ele vira meme negativo que aliena e alienado e
usa os recursos do pensamento coletivo Durkheniano para sua convivência, ele é
um fato construído neurologicamente na coesão social.
Tanto teóricos
da educação no que tange as fases de cognição como Piaget, Wallon dizem que o
aprendizado se dá por etapas para mim não há etapas, há aprendizado de
personalidade e o que existe é uma formação da consciência individual e
consciência coletiva desde útero e é condicionada nas palavras determinadas
pelo meio, que neurolinguisticamente formaram alunos perceptos e ao nascer
aumenta de acordo com meio em que esta e se não compreender ficará mais difícil
será mais um frustrado e infeliz.
Assim, os
treze conceitos neurolinguísticos que determinam a personalidade desde
concepção ao nascer é o formador da cognição e pode se tornar agudo ou
tolerante. E o aluno é um ser perceptos e nós é que criamos utopias que ele
seguirá para o bem ou mal, só depende dele entender os treze axiomas e colocar
em prática, aí sim, ele será um Meme positivo, e, pensará livremente ao mesmo
tempo igual e desigual a quem quer ter felicidade e não esperar um futuro
incerto tanto nas utopias religiosas ou ateias, o importante para ele é ter
para ser, e, não as mentiras constitucionais baseadas no iluminismo: igualdade,
fraternidade, liberdade, estas a maioria não têm, fala-se em liberdade só no
voto e igualdade só na saliva e fraternidade acaba quando um ateu ou religioso
se encontram com seus diferentes acaba e se tornam um grupo sectário, é só
colocar um xiita radical com um judeu, igualdade só entre irmãos, coloca um
pobre que sofre da seca nordestina perto de um mauricinho da Walt Street, em
resumo, o lema da revolução burguesa ficou só para ela.
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