Em Antropologia Cultural se têm dois paradoxos que mascaram e ocultam verdades que são os Racionalistas Cartesianos e Religiosos.
O
mal e o bem são inatos no inconsciente do homem procura verdades
para sua felicidade carnal e espiritual e estabelece utopias num contexto
histórico.
A
Mitologia é alicerce dos Racionalistas Religiosos a Teoria
das ideias de Platão é o doce
dos Cartesianos, mas ambos vivem na ilusão temporal da pratica do interesse
pessoal.
Ambos
criaram dogmas racionalistas e baseiam-se na metafísica da autoajuda ou da
"ajuda de um Divino", “faça isto ou aquilo” senão vai se dá mal,
conceituando mais o ódio do que o amor e submetendo a um povo sua alienação
mental tornando-a coletiva tecnologicamente uma falsa melhoria cultural.
A
ideia é ajustar um povo com algum instrumento tecnológico ou dogmas feita por
uma minoria que falada várias vezes dá uma roupagem de uma suposta
verdade.
São
utopias e dogmas que servem para eles controlarem o mundo pensante e se vestem
como mais capacitada intelectualmente religiosamente acima do bem e do mal
Estes
dois paradoxos materialistas dominam os povos, o individualismo egoísta da
metafísica cartesiana e dogmas religiosos nunca responderam para plena
felicidade humana.
Deterministicamente
pessoas pertencentes a uma elite pensante acham que suas verdades serão eternas
e isto dá uma ética de seus valores para outras pessoas que estão abaixo do
topo “educacional” e “riqueza tecnológica” onde a perversidade é o efeito mais
drástico na formação desigual do humano, usando o Estado ou seus conhecimentos
acadêmicos para seu benefício pessoal e para um grupo ligado as suas ideias.
A psicanálise de Freud e Lacan e se propõe a explorar
novos caminhos para o inconsciente e o desejo baseado no vazio da felicidade e dogmatizaram e engessaram o caminho espiritual.
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